O presidente da Federação Portuguesa de Ténis (FPT) disse hoje acreditar que faltou experiência aos jogadores para lidarem com a pressão frente ao Cazaquistão, que venceu a eliminatória (3-1) de acesso ao Grupo Mundial da Taça Davis.

“Quando jogam a Taça Davis, os jogadores dão o máximo, até por isso acusam mais a pressão do que deviam. E isso é um dos fatores que também nos tem limitado. O que eventualmente correu menos bem foi terem assumido tanta responsabilidade e vontade de chegar ao Grupo Mundial”, confidenciou Vasco Costa, em declarações à agência Lusa, lamentando a falta de experiência para “saber lidar com essa pressão”.

Apesar de a expectativa ser “ganhar sempre”, o presidente da FPT lembrou o histórico favorável do Cazaquistão a jogar em casa, tornando mais difícil a missão nacional de tentar aceder pela primeira vez às finais da Taça Davis, agendadas para novembro, em Madrid.

“Era uma eliminatória bastante difícil. Jogar fora é sempre difícil na Taça Davis e a seleção do Cazaquistão só perdeu uma vez em casa nas últimas 12 eliminatórias. O público e o piso ajudaram e não conseguimos concretizar os nossos objetivos, mas vamos continuar a tentar e, mais tarde ou mais cedo, vamos conseguir o apuramento para o Grupo Mundial”, assegurou.

Vasco Costa reconheceu que a seleção lusa está a “ganhar experiência”, apontando-a como uma “equipa para competir com qualquer outra de nível mundial e, para o ano, se o sorteio for favorável, conseguir chegar ao Grupo Mundial da Taça Davis”.

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