Depois de mais quatro meses de interregno, a NBA voltou. E, neste regresso, os jogadores fizeram questão expressar em campo - algo que ainda não tinham tido oportunidade de fazer - o seu apoio ao movimento de protesto que se espalhou um pouco por todos os EUA e pelo mundo contra o uso de força excessiva por parte da polícia contra cidadãos negros, conhecido como #BlackLivesMatter.

Antes do início das partidas, e enquanto tocava o hino dos Estados Unidos da América, todos os jogadores das equipas que estiveram quinta-feira em ação - Lakers, Clippers, Jazz e Pelicans - ajoelharam-se, em linha com os protestos que se espalharam um pouco por todo o mundo, inspirados no gesto do jogador de futebol americano Colin Kaepernick na NFL em 2016.

Todos os jogadores envergaram ainda, antes do início dos encontros, camisolas com mensagens de apoio à igualdade social e a pedir melhorias nesse campo, com frases como "Reforma Educativa", "Diz os Seus Nomes" ou "Black Lives Matter" (as vidas negras importam). Donovan Mitchell, basquetebolista dos Utah Jazz, e até no calçado deixou a mesma mensgem, "Black Lives Matter".

Estes protestos, recorde-se, começaram nos EUA em resposta à morte de George Floyd, a 25 de maio, em Minneapolis, às mãos da polícia local, crescendo depois para um movimento à escala mundial. Atletas de várias modalidades têm expressado publicamente o seu apoio à causa e, com o retomar da competição, também os jogadores da NBA tiveram agora oportunidade de o fazer.

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