Carlos Nascimento, que conquistou para Portugal a medalha de ouro na prova de 100 metros dos II Jogos Europeus, disse sentir-se “mesmo feliz” com o seu feito, que preferia ver valorizado logo no estádio.

“A medalha ninguém me tira, é um sentimento inexplicável poder subir a um pódio. Teria outro sabor ser logo após a prova, no estádio do atletismo, mas isso não impede a festa e que sinta que não consigo explicar. Sinto-me mesmo feliz”, admitiu.

Num formato novo, que até alguns atletas revelam ainda dificuldade em entender - e concordar -, Carlos Nascimento, que fez apenas uma corrida em Minsk, foi o mais rápido de entre os atletas das quatro séries de seis equipas que competiram ao longo do dia de domingo, ficando com o ouro, com o tempo de 10,35 segundos.

“Após esta medalha, as pessoas vieram falar muito comigo, dizer que estão muito felizes com o meu trabalho, orgulhosos. Consegui promover a imagem do atletismo que tem sido apagada ao longo destes anos. Teve um impacto social bastante grande”, completou.

Em Minsk2019, Portugal, que em Baku2015 obteve 10 pódios, tem neste momento seis medalhas: o ouro de Carlos Nascimento nos 100 metros, as pratas das ginastas acrobatas Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca Sampaio Maia em combinado e no exercício dinâmico, além do bronze na prova de equilíbrio.

Conquistaram igualmente a medalha de bronze a judoca Telma Monteiro e a estafeta mista 4x400 metros, de Ricardo dos Santos, Cátia Azevedo, João Coelho e Rivinilda Mentai.

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