O Leixões, já sem aspirações à subida, dominou e venceu hoje o Freamunde por 3-1, num jogo a contar para a 28.ª jornada da Liga de Honra de futebol, que teve Zarabi como protagonista.

Já com a situação classificativa bem definida no meio da tabela, Leixões e Freamunde apareceram descontraídos, sem impor um ritmo forte no jogo, mas, ainda o público fazia a sua entrada no estádio do Mar, quando Zarabi marcou, aproveitando uma distração da defesa visitante.

O herói da casa rapidamente se transformou em vilão, já que, apenas oito minutos depois, cortou um cruzamento de Marcelo para dentro da própria baliza, empatando a partida.

Mas, o ritmo frenético da partida estava só a começar: ainda o Freamunde festejava o empate e já o Leixões marcava o segundo, por intermédio de Tiago Borges, que ao terceiro toque, conseguiu finalmente controlar a bola e rematar para dentro das redes defendidas por Douglas.

Animados pelos golos, os leixonenses continuaram a explorar as fragilidades da equipa orientada por Nicolau Vaqueiro, que no banco só tinha quatro suplentes.

Completamente desorientados, os visitantes viram Tiago Borges tentar o terceiro, que só não aconteceu porque Douglas, atento, foi buscar a bola ao canto mais escondido da sua baliza, protagonizando a defesa da tarde.

O Freamunde precisava de medidas drásticas e o seu técnico arriscou, lançando Alonso para tentar fechar as brechas visíveis da defesa, que acumulava erros atrás de erros.

A troca não serviu de nada, porque o Leixões continuou a dominar e a criar perigo, chegando ao terceiro mesmo em cima do intervalo, quando Rui Pedro, completamente sem marcação, teve tempo para fazer tudo bem e, de cabeça, enganou Douglas.

A passagem pelos balneários não alterou a corrente do jogo, com a superioridade leixonense a continuar, sem que o Freamunde, a dar uma pálida imagem do futebol que o levou à zona segura da tabela, tivesse argumentos para contrariar o poderio dos homens da casa.

Com uma vantagem segura, os pupilos de Litos, que permitiu a Patrão fazer a sua estreia, limitaram-se a controlar e a explorar a insegurança do guarda-redes adversário, muito trapalhão nas suas saídas e que por três vezes respondeu a passes dos seus colegas entregando a bola aos atacantes “vermelhos e brancos”.

O apito final serviu apenas para confirmar a vitória confortável do Leixões, depois de uma segunda parte jogada a ritmo de passeio, com duas ocasiões claras de golo, primeiro por Pedro Santos e depois por Feliciano, que isolados, fizeram o mais difícil, remataram ao lado.

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