Diogo Faria, coautor do livro 'Polvo Encarnado'e colaborador do FC Porto, juntamente com Francisco J. Marques, viajou a 18 de novembro do ano passado para Budapeste, onde foi detido o colega de curso Rui Pinto, em janeiro último, revela o jornal Correio da Manhã.

A viagem de Diogo Faria ocorreu pouco depois de a revista 'Sábado' divulgar quem era o principal suspeito de ter acedido aos emails internos do Benfica, e num momento em que o Porto Canal já estava proibido de divulgar mensagens.

A mesma publicação adianta que Diogo Faria garantiu ao juiz do Tribunal Cível do Porto que não contactava com Rui Pinto desde 2013, e que não sabia quem tinha dado os emails a Francisco J. Marques, diretor de comunicação dos 'dragões'.

Além de testemunha comum do FC Porto e do Benfica neste processo cível, Diogo Faria é arguido por alegado acesso ilegítimo a e-mails do Benfica, na sequência de uma denúncia dos 'encarnados'.

Diogo Faria colabora com a empresa FC Porto Média desde 01 de junho de 2017, dependendo hierarquicamente do diretor de comunicação do clube, com quem colaborou na escrita do livro O Polvo Encarnado, sendo também coautor da página do Facebook Baluarte do Dragão.

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