António Simões aplaudiu a saída de Luís Nazaré do cargo de presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica. O antigo jogador dos 'encarnados' sublinha, no entanto, que a saída "peca por tardia"

"Deveria ter tomado essa atitude quando houve conflitos entre um sócio e o presidente. Nesse dia, era o dia em que deveria ter saído e abandonado a liderança da Assembleia Geral", comentou, em declarações ao jornal Record.

Mas sobre a polémica recente envolvendo Luís Nazaré, o antigo campeão europeu pelos 'encarnados' até está a favor da posição do agora demissionário presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica.

"Tenho total respeito pela saúde das pessoas e isso é mais importante do que qualquer Assembleia Geral. Concordo, até que não é o momento para se fazerem Assembleias Gerais. Se dizemos às pessoas para se distanciarem, há qualquer coisa errada em querer realizar um evento em que há centenas de pessoas. Por mais distanciamento que exista. Não era o momento. Ou então, poderiam encontrar-se alternativas, condições, evitar o menor risco possível. O Benfica tem condições para poder acautelar a realização de uma Assembleia Geral sem qualquer risco. Deveria haver esse encontro entre as partes", assinalou Simões.

A polémica surgiu depois de Luís Nazaré ter defendido que a apreciação e votação do orçamento de despesas e receitas, o plano de atividades e o parecer do Conselho Fiscal relativos ao exercício 2020/2021, se deveria realizar num formato virtual, algo que a direção do Benfica não concorda.

Virgílio Duque Vieira, até agora vice-presidente do clube, irá ocupar o cargo de presidente da Mesa da Assembleia Geral.

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