Lionel Messi confirmou, através de um comunicado publicado nas sua redes sociais, uma redução salarial de 70% de todo o plantel principal do FC Barcelona.

"Pela nossa parte, chegou o momento de anunciar que, à margem de uma redução de 70% do nosso salário durante o Estado de Emergência, vamos realizar contribuições para que os empregados do clube possam receber 100% dos seus salários enquanto esta situação durar", escreveu.

O avançado justificou que os jogadores ainda não tinham pronunciado relativamente à proposta de redução salarial feita pelo Barcelona porque estavam a tentar encontrar soluções para ajudarem o clube e “todos os que ficavam mais prejudicados com a situação”.

O craque argentino, capitão da equipa blaugrana, deixou ainda críticas à pressão realizado por pessoas dentro do clube para uma redução que o plantel sempre deixou claro que iria realizar.

"Não deixa de nos surpreender que, de dentro do clube, tenham havido pessoas que nos tentaram colocar debaixo da lupa e tentou pressionar-nos para realizar algo que sempre formos claro que faríamos. Se o acordo demorou uns dias, foi porque simplesmente estivemos a decidir uma fórmula para ajudar o clube e também os seus funcionários em momentos tão difíceis", considerou.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

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