A continuidade da regra das cinco substituições foi confirmada pelo International Board (IFAB) com vista à próxima temporada, permanecendo em vigor até agosto de 2021. A decisão foi tomada após um estudo que destacou a necessidade de prestar atenção especial à saúde dos jogadores também na próxima temporada.

Recorde-se que a alteração das habituais três para as cinco substituições foi introduzida inicialmente a pensar na reta final das temporadas de 2019/20, com o objetivo de precaver um eventual aumento de lesões nos jogadores face ao calendário mais apertado, devido à paragem forçada pela COVID-19.

A medida, embora bem aceite na generalidade aquando da sua introdução, gerou críticas por parte de alguns clubes, que diziam que esta traz benefícios aos clubes mais poderosos, que têm uma maior profundidade nos respetivos plantéis não só no que toca ao número de jogadores, mas também no que diz respeito à qualidade dos mesmos.

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