O Boca Juniors vai requerer ao Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) a atribuição do título de campeão da Taça Libertadores sem jogar a partida da segunda mão da final, frente ao River Plate, que está marcada para este domingo, no Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid.

A confirmação foi dada por Daniel Angelici, presidente do clube 'xeneize', em declarações ao programa "El Larguero", dos espanhóis da Cadena SER.

O Boca Juniors pede a desqualificação do River Plate depois dos incidentes registados antes da partida no Monumental Nuñes, que levaram a CONMEBOL a mudar a segunda-mão para o Bernabéu. O autocarro que transportava a comitiva do Boca Juniors foi atacado à chegada ao estádio Monumental, do River Plate, resultando em ferimentos em alguns jogadores.

Os adeptos lançaram pedras e gás pimenta, e os futebolistas Pablo Pérez e Gonzalo Lamardo tiveram que ser assistidos no hospital.

Depois do empate 2-2 cedido na primeira mão, na Bombonera, o Boca pretende que o River seja punido pelo ataque e que se aplique o artigo 18 do regulamento disciplinar, que prevê várias penalizações, entre as quais a desqualificação.

O vencedor da Taça Libertadores qualifica-se para o Campeonato Mundial de Clubes que será realizado nos Emirados Árabes Unidos e a final edição de 2019 será a última a ser disputada em duas mãos, ao sistema de jogo único, como acontece na Liga dos Campeões europeus.

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