O ex-internacional cabo-verdiano pelas seleções de basquetebol e futebol Caló, que atuou em Portugal no Salgueiros, será operado na quinta-feira, no hospital da Praia, onde se encontra desde que foi esfaqueado, no último sábado.
Citado pela agência noticiosa Inforpress, o antigo internacional cabo-verdiano, que passou também pela Ovarense e pelo Avanca, afirmou que "o pior já passou", sublinhando que chegou mesmo a temer o pior, após o assalto à mão armada de que foi vítima.
Caló, cujo estado não inspira cuidados, confirmou que já recuperou a voz e alguma força física e que vai continuar nos cuidados intensivos do Hospital Dr. Agostinho Neto, na Cidade da Praia, a receber tratamentos médicos.
O antigo basquetebolista e futebolista foi assaltado pela terceira vez nos últimos meses, mas desta vez foi esfaqueado no bairro de Achada de Santo António, na capital de Cabo Verde, tendo sido encontrado caído e inanimado pela própria mãe.
Segundo a mãe, Caló, que terminou a carreira de futebolista profissional no Qatar, terá sido surpreendido por um grupo de delinquentes, "já devidamente reconhecidos", quando regressava de um convívio com os amigos.
A mãe conta ainda que Caló ficou com o rosto rasgado e deformado, já que, além de ter sido esfaqueado, foi atingido na face com um "paralelo" (pedra) atirado pelos delinquentes, que ainda tentaram atingir a sua viatura.
O veículo, segundo relatos de testemunhas citados pela agência noticiosa cabo-verdiana, só não ficou destruído, porque um amigo de Caló acorreu ao local.
No entanto, o amigo também foi esfaqueado no braço e foi socorrido no Hospital da Praia, onde recebeu alta depois de suturado.
A polícia cabo-verdiana está a investigar a agressão.

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